“Quem matou foi a polícia”, disse suspeito de tentar assaltar lavanderia em Ponta Negra

Genilson Antônio relatou que atirou na PM, mas não partiu da arma dele a bala que matou funcionário


Após uma troca de tiros e momentos tensos de negociação, policiais do Batalhão de Choque e do Batalhão de Operações Policiais Especiais, prenderam na noite desta segunda-feira (22), Genilson Antônio do Nascimento, de 33 anos, suspeito de tentar assaltar uma lavanderia, no bairro de Ponta Negra, zona Sul de Natal. O fugitivo do presídio Estadual de Alcaçuz disse em para a reportagem do PortalBO que usou uma pistola 9mm para atirar várias vezes em direção a polícia durante o confronto, mas que não se responsabilizava pela morte do funcionário da empresa atingido por tiros.

Depois de levado para o Instituto Técnico e Científico de Polícia, onde fez exame de corpo de delito, Genilson disse na delegacia de plantão da zona Sul, em Candelária que em nenhum momento atirou em direção ao empregado da lavanderia identificado como João Maria Silva de Lima, apenas pediu para que ele fechasse a porta diante da chegada rápida dos policiais. “Não houve troca de tiros no início, quando eu vi a polícia chegar pedi para o funcionário fechar a porta e foi quando vi um policial dar uma rajada de balas atingindo o rapaz, quem atirou foi a polícia”, disse.

O presidiário relatou ainda que as mulheres detidas como averiguadas na ocasião não tinham participação no caso e que somente ele sabia do plano. As suspeitas não tiveram o nome revelado, porém, de acordo com o comandante do BOPE, o tenente coronel Triguêiro, uma das funcionárias pode ter passado informações privilegiadas sobre o movimento financeiro do estabelecimento para o suspeito cometer o crime. O policial informou também que deixará a encargo da Policia Civil qualquer esclarecimento sobre a morte do refém.

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