Mulher suspeita de encomendar a morte da mãe nega envolvimento no crime

Taliany Mesquita está presa na ala feminina do Complexo João Chaves, em Natal.


A estudante de técnica de enfermagem Taliany Mesquita de Freitas Lourenço, de 22 anos, que está presa desde o sábado (1º), suspeita de encomendar a morte da própria mãe nega envolvimento no crime. Normalice de Freitas Lourenço, de 49 anos, foi morta com golpes de marreta na noite da quinta-feira, em Macaíba, e o suspeito de ser autor do crime relatou para a polícia que teria praticado o crime a pedido da filha da vítima.

Taliany Mesquita disse ao Portal BO que o pedreiro Geraldo José Amaro do Nascimento a apontou como mandante em seu depoimento porque ela era a única pessoa que sabia da relação próxima entre ele e a mãe e que poderia ajudar a polícia a esclarecer o crime.

A jovem relatou que não tem nenhuma participação nem direta ou indiretamente. “Minha mãe e o Geraldo discutiam muito, porque ela era muito exigente com os serviços feitos na casa”, comentou.

Taliany disse também que Geraldo matou a mãe por dinheiro porque só ele sabia onde estava o dinheiro guardado pela mãe. “Na manhã do crime eu escutei um barulho, como se fosse alguém caindo e também um grito. Depois disso, procurei saber o que tinha acontecido e encontrei com Geraldo, que perguntou se tinha café”.

De acordo com a suspeita, ao conversar com o pedreiro ela então que acabou esquecendo do barulho e não foi mais atrás. Somente a noite ela sentiu falta da mãe e então foi com o marido na casa de Geraldo saber se a mãe estava lá e, depois, eles chegaram a arrombar a porta da casa da mãe e a encontraram morta enrolada em um lençol.

O advogado João Maria Pegado, que defende Taliany Mesquita, afirmou que houve falha no flagrante da prisão da cliente e relatou que ela poderá ser solta a qualquer momento.

*Portal BO
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