Massacre em presídio do RN mantém crise no Planalto e eleva pressão por novas medidas

Nesta semana, Temer reunirá governadores na tentativa de partilhar responsabilidades e tirar a crise de dentro do Palácio do Planalto

 Por Folha de S. Paulo

O massacre ocorrido entre sábado (14) e domingo (15) na Penitenciária Estadual de Alcaçuz, localizada no município de Nísia Floresta, região metropolitana de Natal, firmou no Planalto a convicção de que a crise penitenciária está longe do fim no País.

A nova rebelião, que terminou com o saldo de 26 pessoas mortas, elevou a pressão para que a reunião com secretários estaduais, na terça (17), apresente medidas concretas para enfrentá-la.

Antes, Michel Temer e Alexandre de Moraes (ministro da Justiça) devem bater o martelo sobre novas frentes de atuação.

Na quarta, o presidente reúne governadores para tratar do assunto na tentativa de partilhar responsabilidades para tirar a crise de dentro do palácio.
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