Vereadora eleita pelo PT, presa suspeita de envolvimento em chacina no Ceará recebe punição do partido


A Diretório Regional do Partido dos Trabalhadores (PT) do Município de Ibaretama, no Sertão Central Cearense (a 130Km de Fortaleza), decidiu suspender pelo prazo de 60 dias a vereadora recém-eleita pelo partido, Edivanda de Azevedo que está, presa preventivamente sob a suspeita de envolvimento em uma chacina ocorrida naquela cidade no mês passado, onde ao menos sete pessoas foram assassinadas a tiros.

De acordo com o presidente do Diretório do PT de Ibaretama, Antônio Alves Filho, uma comissão foi formada para analisar a situação da vereadora eleita (e ainda não empossada) e seus membros optaram pelo afastamento por 60 dias, prazo em que a Polícia Civil deverá concluir as investigações e transferir o caso para a Justiça e para o Ministério Público.

A vereadora foi presa pela Polícia Civil, na última sexta feira dia 18 em Fortaleza capital cearense. Ela estava na casa de familiares, quando recebeu a informação de que a Justiça havia decretada sua prisão preventiva. Além dela, seus dois filhos também estão presos, todos acusados de envolvimento na chacina ocorrida na localidade de Pedra e Cal, na zona rural de Ibaretama, na madrugada do dia 26 de novembro.

Execução

De acordo com a investigação policial, as mortes foram decorrentes de um “acerto de contas” entre membros de duas facções rivais. O crime teria sido praticado por ordem do Comando Vermelho (CV) e algumas das vítimas seriam membros da Guardiões do Estado (GDE). A vereadora e os filhos, além de um irmão dela e um genro, conforme a Polícia, sabiam de toda a trama do crime e deram apoio logístico para os assassinos.
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